
Fazer acontecer?
Missão árdua
Missão árdua
Uma coisa é certa:
Temos que viver, mudar e morrer. O resto pode ser especulação. Hoje, além da capacidade intelectual, viver acima da média e com alto desempenho em um raciocínio ilógico, é uma das marcantes habilidades. Também observar e sensibilizar-se com a relação entre fatos, imaginação fértil, rapidez na leitura do mundo, flexibilidade de idéias, memória acentuada do senso crítico e apurado, ainda levando em consideração as potencialidades psicológicas, artísticas, muitos insights onde é expressada a liderança natural e ao mesmo tempo, o fato de estar em destaque, não significa que a pessoa será brilhante uma vida inteira. É uma total renovação mental no fazer.
Mudar é o desafio de cada circunstância. Será que as mudanças se transformam para melhor ou para pior? As escolhas influenciam diretamente em serem boas ou más, mas são sempre necessárias. O tempo modifica, as variáveis inesperadas nos forçam a criar alternativas de manutenção. Quando tudo está indo bem, saiba que alguma coisa vai mudar e, quando começa a aflição, alguma coisa também vai mudar. É a natureza da vida ciclar e reciclar. Fugimos o tempo todo dos estereótipos corriqueiros que insistem em nos tirar da rota da evolução. Vivemos raros
sentimentos que nos inclinam a liberdade ao ponto de convergir para um bom resultado. Morrer é, indiscutivelmente, a parte mais simples e a mais complicada. Todos querem ir para o céu, mas ninguém quer morrer.
Quando interpretamos a morte como um paradoxo, logo observamos que é necessário morrer para viver. Morrer para os hábitos que não nos trazem benefício nenhum, muito pelo contrário, nos atrasam perante aquilo que nos fazem seguir a um lugar desejado.
Morrer, quem sabe, pode ser a única saída para aqueles que apenas ocupam espaços e
atrapalham a esperança daqueles que lutam, incansavelmente, para uma Vida mais digna.
Faça acontecer. Quem não sabe falar? E quem tem coragem para agir? Saia da normalidade.
Temos vivido fases onde as duras empreitadas tem sido essenciais nas empresas, onde vivemos turbulências nos “mares” revoltos, onde o timoneiro chama-se PESSOA e, isso, nos dá uma direção confusa, tratando–se de uma mistura de pensamentos e sentimentos que atrapalham o crescimento.
Pensando que, no ponto de vista das mudanças, elas continuam chegando sem pedir licença e na velocidade que o urgente não pode ofuscar o importante. O que fazer então para correr sem se tornar apressado? Como interpretar a famosa frase: A fila anda? Modificar o cenário sem prejudicar os princípios, nutrir as emoções sem causar danos aos básicos?
O mundo está prostrado diante de incertezas que não tem semelhanças com atitudes expressadas pelas organizações.
Queremos tanto e não fazemos nada? Enquanto não encontra a vida adequada, não se contente com uma imitação barata.
Podemos estar lentos, mas não incapazes?
Temos que viver, mudar e morrer. O resto pode ser especulação. Hoje, além da capacidade intelectual, viver acima da média e com alto desempenho em um raciocínio ilógico, é uma das marcantes habilidades. Também observar e sensibilizar-se com a relação entre fatos, imaginação fértil, rapidez na leitura do mundo, flexibilidade de idéias, memória acentuada do senso crítico e apurado, ainda levando em consideração as potencialidades psicológicas, artísticas, muitos insights onde é expressada a liderança natural e ao mesmo tempo, o fato de estar em destaque, não significa que a pessoa será brilhante uma vida inteira. É uma total renovação mental no fazer.
Mudar é o desafio de cada circunstância. Será que as mudanças se transformam para melhor ou para pior? As escolhas influenciam diretamente em serem boas ou más, mas são sempre necessárias. O tempo modifica, as variáveis inesperadas nos forçam a criar alternativas de manutenção. Quando tudo está indo bem, saiba que alguma coisa vai mudar e, quando começa a aflição, alguma coisa também vai mudar. É a natureza da vida ciclar e reciclar. Fugimos o tempo todo dos estereótipos corriqueiros que insistem em nos tirar da rota da evolução. Vivemos raros
sentimentos que nos inclinam a liberdade ao ponto de convergir para um bom resultado. Morrer é, indiscutivelmente, a parte mais simples e a mais complicada. Todos querem ir para o céu, mas ninguém quer morrer.
Quando interpretamos a morte como um paradoxo, logo observamos que é necessário morrer para viver. Morrer para os hábitos que não nos trazem benefício nenhum, muito pelo contrário, nos atrasam perante aquilo que nos fazem seguir a um lugar desejado.
Morrer, quem sabe, pode ser a única saída para aqueles que apenas ocupam espaços e
atrapalham a esperança daqueles que lutam, incansavelmente, para uma Vida mais digna.
Faça acontecer. Quem não sabe falar? E quem tem coragem para agir? Saia da normalidade.
Temos vivido fases onde as duras empreitadas tem sido essenciais nas empresas, onde vivemos turbulências nos “mares” revoltos, onde o timoneiro chama-se PESSOA e, isso, nos dá uma direção confusa, tratando–se de uma mistura de pensamentos e sentimentos que atrapalham o crescimento.
Pensando que, no ponto de vista das mudanças, elas continuam chegando sem pedir licença e na velocidade que o urgente não pode ofuscar o importante. O que fazer então para correr sem se tornar apressado? Como interpretar a famosa frase: A fila anda? Modificar o cenário sem prejudicar os princípios, nutrir as emoções sem causar danos aos básicos?
O mundo está prostrado diante de incertezas que não tem semelhanças com atitudes expressadas pelas organizações.
Queremos tanto e não fazemos nada? Enquanto não encontra a vida adequada, não se contente com uma imitação barata.
Podemos estar lentos, mas não incapazes?