Uma das primeiras impressões morais a se fazer da liberdade é sobre o jugo desigual com a sociedade da justiça e com a da injustiça. Liberdade é escolha absoluta com quem temos comunhão. É ter harmonia no ambiente do convívio. Será que há consenso de que somos responsáveis pela saúde do nosso corpo e da nossa mente? Precisamos estar atentos à prostituição sobre todos aspectos - de mercado, de pensamentos libertinos, dos resultados fracassados e conseqüentes de nossas emoções deformadas.
Partes de nós é humana e outra divina. A humana faz parte da faculdade da alma, onde somos estimulados por impulsos naturais. O externo interfere diretamente no sentimento, na maioria das vezes, distorcendo a veracidade da ação. A parte divina é quando somos atendidos em nossas necessidades por uma sofisticada sabedoria, que na simplicidade da ação pode afastar quem precisa de argumentos racionais.
Essas partes são os produtos que alimentamos em todos os princípios, padrões e ensinamentos que existem em nossa mente desde o ventre. Temos emoções doentes, feridas, cheias de rejeição.
Do nosso subconsciente, a rejeição se manifesta tornando-nos hipersensíveis e sem controle sobre o que sentimos. Ficamos inabilitados para manter um relacionamento de unidade. Qualquer palavra áspera nos ofende e acabamos nos tornando PRISIONEIROS.
Fomos chamados para sermos curados nas emoções. Uma pessoa com as emoções feridas não pode garantir, nem sustentar nada, porque é prisioneira da deformidade emocional. Quando não aceitamos as correções e nos sentimos contrariados com o mundo, com os familiares, acabamos enfraquecidos emocionalmente.
Nesse momento, você deve estar pensando:” Sou doente emocionalmente, minhas emoções não são saudáveis, não há como reverter essa situação porque, quando vejo, perdi o controle!” Não desanime, pois Deus não mente. Mas você precisa obedecer as regras da vida e logo será liberto.
Aprenda a ser verdadeiramente livre, não sendo de forma racional. Aceite que, para aprender a tocar um violão ou andar de bicicleta, primeiro sofremos. De tanto bater nas cordas, os dedos ficam grossos. De tanto cair da bicicleta, tornamo-nos calejados e ficamos resistentes às dores que pareciam impossíveis de ultrapassar.
Temos que aprender mais sobre ser livres. As coisas exteriores precisam ser descoladas e fugir dos esteriótipos e, assim, buscarem a sua originalidade.