Padrão elevadíssimo.
Elegância é manter o “crédito”.
Tem uma frase que diz: “Não fiques devendo nada a ninguém, exceto o amor”. Então porque tantas inadimplências?
Esta informação nos reporta a um comportamento muito claro dos porquês de tantas inadimplências, os porquês dos que tem tanto medo e porque, uns tem tanta “sorte”. Estas frequentes atitudes se encaixam num estereótipo existente no mercado, isso nos faz refletir que ainda em 2009 teremos que repensar em quais tipos de pessoas nos enquadramos e o que precisamos saber para não cair na onda dos endividados, quem sabe, nos sem dívidas e porque não, na onda dos investidores?
Para todos os estágios devemos ficar atentos à algumas das dicas corriqueiras: Os endividados, façam uma planilha por 90 dias, com o levantamento dos gastos mensais, de acordo com a sua receita. É necessária uma redução total nas despesas, por mais simples que possam parecer, e assim, começarão estabelecer o equilíbrio financeiro.
Busquem amigos limpos e transparentes. Abandone a turma dos confusos, principalmente, financeiramente, eles nos instigam a olhar somente para as facilidades e nunca para a responsabilidade e o dever. Esse tipo de pessoa normalmente, faz muita comparação com os que aparentemente, estão melhores economicamente do que outros.
A mudança poderá ocorrer, somente com uma grande revolução nos modos de agir, exigindo um copiar nos modelos sadios e nunca os doentios.
A turma dos sem dívidas e sem ousadia, vivem literalmente em um paradoxo: não devem nada, mas também não constroem nada. Não arriscam nada, são temerosos, tímidos e sem esperança.
Normalmente não se dão conta de que sonhar pouco é perigoso, porque quando perdem, perdem tudo. Vivem num eterno fitness de pensamentos, porém não chegam a conclusão alguma.
É indispensável buscar um novo plano para vencer. E os investidores estão sempre estabelecendo um planejamento e mantendo o status deste perfil. Esta é a opção mais indicada para continuar atingindo o equilíbrio financeiro, avaliando e mensurando os riscos. Naturalmente são expertises e no antever possibilidades. Confiam nas mudanças de qualquer circunstância. E o que identifica o vocabulário desses indivíduos? Mistifica experiências passadas, esse um dos vocabulários dos sem dívida. Humildade e poder é o trivial dos investidores, e por último, aos mais comuns, o padrão habitual dos endividados, estão sempre conectados à rejeição, um verdadeiro saco sem fundo.
Portanto vamos olhar mais para dentro e ceder um tempo na frente da verdade. Aprender e tornar o invisível o visível, o impalpável o palpável e o ilógico o lógico.
Nenhuma evolução se ancora na dúvida ou nas incertezas.
· Isole-se das leituras embriagantes, do consumismo desenfreado.
· Chega de mesmice, das fábulas do faz de conta. A mente vacilante morreu.
· A auto-descoberta é o desejo diário de coisas inimagináveis.
· Busque excelência no que diz. Anime-se com sua intenção.
· Não se desespere. Organize-se. Compreenda que no cotidiano você perdoará e será perdoado.
É fundamental buscar orientações. As pessoas no geral, se sentem seguras e confiam no que dizemos.
Assuma uma vida de elegância e abundância.