Quem governa a sua mente?
Por que será que, o que precisamos fazer resulta da decisão de QUERER saber fazer? É aí que nascem a sabedoria e o desafio sobre nossas crenças, pela percepção do quê alimentamos. É a mente quem decide a favor da consciência e da importância do saber.
Enganoso é o coração do homem, mais do que todas as coisas. Se permitirmos a verdade da intuição pura e genuína, encontraremos formas de superar as dificuldades diárias, que são arranjos para aprendizados maduros ao longo do tempo. O coração psicológico tem três artérias principais, que compõem a nossa alma: mente, vontade e emoção. É importante saber desobstruir tais artérias de forma prática, para que possamos ter um coração saudável. Precisamos conhecer os nossos sentimentos e não permitir que as emoções enganosas influenciem nas decisões. A experiência ensina que é necessário ouvir o silêncio, dar vasão a conscientização de nossos defeitos, erros, derrotas, enganos, maus procedimentos e falsidades. Contudo, como seres humanos passivos e sujeitos a enganos, nossa mente assemelha-se a um canal entulhado de lixo do sistema, o qual precisa ser limpo para a água fluír. Identificando tais erros, removemos o bloqueador dos dutos. Nem tudo que enxergamos é real, mas é resultado do nosso entendimento em relação a cada situação.
Ao invés de entender, devemos experienciar tal paradoxo, em uma conversa íntima, subliminar e, ao mesmo tempo, objetiva, pedindo perdão a tudo e todos pelas situações que não gostariamos de ter criado. “ Liberte-se!”.
Quanto à artéria da vontade: se nos aproximamos da humildade, ao expressá-la, as reações causarão efeitos como sensações de sermos examinados por um microscópio divino, que nos expõe os germes da nossa vontade, a qual quase sempre estão contra à vontade divina, OU, precipitamo-nos e o impulso nos tira do foco, enquanto a distração desvia do rumo. Tenha cuidado com a mente, que é a grande manipuladora da vontade.
Mente não teria esse nome (mente) se não mentisse!
A artéria da emoção precisa ser desobstruída. Quando percebemos os problemas gerados pela emoção, ficamos tristes, odiando o que deveríamos amar e amando o que merece nosso ódio. Ao perceber a verdade, nos damos conta de que o aspecto mais precário do nosso ser é a emoção, já que não a usamos adequadamente. Somos regidos pelo ver, ser e ter. Conhecendo as emoções humanas, percebemos que os homens amam mais as falsas verdades do que a prática sincera. Precisamos desobstruir as artérias do nosso coração, experienciando e confessando as nossas fraquezas. Necessitamos de uma limpeza em nossa mente, nas nossas vontades e emoções. Somente expressando o constrangimento e o arrependimento é que seremos totalmente livres das armadilhas mentais
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