Descomplicando nosso pensamento...
Não somos um erro, entretanto, precisamos ponderar se não estamos no erro.
A busca da prosperidade exige essas revisões, pois alcançar o suprimento pleno (financeiro, emocional e espiritual) é um grande desafio.
A busca da prosperidade é uma árdua luta na direção da decência e da ordem. Cumprir incansavelmente as regras é indispensável rumo à disciplina. Precisamos aceitar que estamos doentes emocionalmente e só vamos mudar as circunstâncias quando começarmos a cura do nosso coração. Um dos impedimentos para essa cura é simplesmente não crer que ela é possível.
A incredulidade é a doença do século, sim, porque a depressão é basicamente a incredulidade no futuro levada a estágios extremos.
Compreender que só através de esforço diário, buscando, em primeiro lugar, a cura de nossas memórias e assim poderemos transformar nossas atitudes. As leis de Deus são perfeitas: viemos a este mundo para vencer, para cumprir cabalmente uma função corporativa, uma função que influencia a vida das pessoas com quem convivemos e para cumprir essa missão precisamos obedecer a essas leis.
Brincamos com assuntos sérios, duvidamos das nossas próprias experiências e, com isso, pagamos um preço mais alto do que o necessário.
A incredulidade nos faz correr atrás do vento. As coisas não dão certo e nem percebemos que a vida é uma credora implacável. Teremos que decidir nascer de novo: renovar nossa mente, revolucionar a forma de perceber o mundo e simplificar as coisas, aceitando que simplesmente toda ação gera uma reação. Que nossas decisões influenciam mais do que imaginamos. A forma como você interpreta as situações e se relaciona com seu trabalho diz muito.
Estamos no ”final da linha”, nunca foi tão verdadeira a frase “aquilo que plantar também colherá”. Chegou o tempo da maturidade, da responsabilidade e da colheita. As competições, vaidades, resistências, os prazeres fugazes, a falsa sensação de poder nos desviam do centro de nossa missão e nos distanciam do real “prazer da vida” porque só o cumprimento de nossa missão traz o sentimento da paz. Precisamos apenas estar convictos de que vencer é substituir nossas velhas teorias por práticas novas.
Tenho visto muita confusão: a fé da humanidade está morna. Todos desejam o “BEM” dos semelhantes apenas “de boca”, mas na hora da prática (os testes diários) sucumbimos às nossas velhas práticas egoístas e naturais: nunca cedemos espaço, queremos ser os melhores, mais bonitos o tempo todo.
Essa fé morna nos faz sempre dizer aos outros: “Deus te abençoe” ou Deus me livre, mas para Deus nos abençoar ou nos livrar existem leis a serem cumpridas – o perdão, por exemplo, nos livra de perturbações e tormentos... Quem nunca se pegou pensando na briga que teve com o marido ou no rompimento traumático de uma sociedade? Precisamos decidir limpar nossas memórias e recomeçar nossa trajetória com esperança de que a aproximação do nosso criador vai possibilitar novas experiências.
A fé “quente” vai nos encorajar a sofrer o dano acreditando que Deus tem algo melhor para nós. Portanto descomplique seu pensamento: dê espaço, aceite as diferenças, evolua, se permita desenvolver a maturidade emocional. Gaste o tempo precioso para desfrutar do convívio das pessoas que te amam.