O que as pessoas pensam quando falam em você? Em
nossa rotina, uma das características que não podemos evitar é personificação. É
a imagem atribuída a nós. Muitas vezes, esta imagem está vinculada ao estado de
espírito. Dizem "ela é assim ou assado”, quando poderiam dizer "ela está
assim ou assado”. A personificação rotula.
Costumamos ser taxativos em dizer "esta sala
é uma bagunça”, quando apenas alguns objetos estão fora do lugar.
Bem, essas pequenas observações evidenciam a
necessidade de construir uma relação sólida entre a marca e o consumidor, com
mais conteúdo, mais transparência, maior abertura e repleta de atributos
emocionais.
O mercado está exigindo competitividade de
inovações em tudo que o cliente percebe.
A compreensão é simples:
1 Os
serviços, com atendimentos personalizados, abordagens especiais e diferenciais
no produto já são um fator determinante para o consumidor se inclinar e se
identificar. Assim, se formam as afinidades de valores e a segurança na compra.
2 Entre o
que comunicamos o que praticamos está a grande transformação e o grande desafio das empresas.
3
E, por
fim, a evolução no entendimento real por parte do colaborador sobre a imagem
que a empresa deseja vender.
Temos casos de famosos que emprestam suas imagens
às empresas e lucram muito com isso. Exemplos como o do apresentado Luciano Huck,
cuja imagem de generosidade, bondade e
esperança o tornaram o aliado mais desejado das melhores marcas.
Pelé com sua figura de humildade, transfere sua
imagem a empresas que procuram relacionar talento ao sucesso.
Então, a sua imagem deve estar preparada para
receber o respeito do mercado. É preciso ter mais que produtos e serviços de
qualidade, mas saber construir e comunicar com competência seus atributos e ser capaz de estabelecer vínculos emocionais com seu cliente.
Os
consumidores estão abertos a manter relações de fidelidade com as marcas que
lhes oferecem afinidade e personalidade.
E você, está pronto para transformar a
sua personificação?