Aprendemos
muito quando queremos ter um
entendimento do subliminar, onde se vê
além do que a maioria não entende, não sente e não quer saber!
A
perspectiva de muitas pessoas é de que é impossível, até mesmo por questão de
coerência, o homem ser feliz em um mundo como o nosso. Em um mundo de tragédias
diárias, de rostos enrugados, de fisionomias tensas, de crise econômica, de
hospitais cheios de enfermidades, de
adolescentes desiludidos e submersos na maldição do vício.
Percebe-se
que todas as pessoas que pensam dessa forma são aquelas que não conhecem o “único”
caminho que transforma a filosofia comum
a uma mentalidade do alto; a sabedoria de Deus. Em primeiro lugar, somos
felizes porque felicidade não é sinônimo de brincadeira. A felicidade é algo
sério e constante, porque está fundamentada nos valores eternos. É mais que um
simples momento, é uma concordância sobre fatos e ações determinadas a uma
construção diária para uma vida melhor.
Então,
você até pode estar entristecido, atribulado, mas ainda alegre. Em segundo
lugar, somos felizes porque a felicidade não é irresponsabilidade. Se
felicidade significasse irresponsabilidade, também não serímos felizes, porque
é impossível permanecer apático em relação ao drama e ao sofrimento do outro.
Em
terceiro lugar, somos felizes e também podemos gemer e sofrer com os infelizes,
pois a felicidade tem a condição de conviver com a tragédia. As lágrimas podem
rolar pela face, o coração pode estar apertado de dor, mas ainda assim você
pode ser feliz. Felicidade é um estado de convencimentos sobre a realidade da
vida.
