Nos últimos meses, tenho observado, principalmente no mercado
corporativo, que as pessoas estão confundindo “ser justo” com “ser correto”.
São princípios semelhantes em alguns aspectos, no entanto há coisas justas que
não são corretas. A dignidade moral é uma conquista que só os de firme propósito
poderão desfrutar, por isso, conseguir diferenciar estes conceitos pode nos
trazer revelações inéditas.
A pressão gerada pelas dificuldades faz tendermos a interpretações
equivocadas. Via de regra, muitas destas interpretações desfavorecem ou outro e
só são justificadas pela “lógica” construída a partir das atitudes repetidas e
copiadas.
Porém, o tempo e a vida mostram que as pessoas que desejam a
transformação genuína vão além do justo, buscam a moral acima do efeito
momentâneo de satisfazer o ego ou construir carreira.
Discernimento. Este é um diferencial valiosíssimo, e poucos desfrutam
do privilégio de tê-lo. No entanto, é um atributo possível de aprimoramento. A
qualquer tempo podemos despertar e quebrar os ciclos viciosos que nos
corrompem.
A experiência mostra que diante de um conflito, costumamos reagir de
forma óbvia, totalmente medíocre e comum.
A prática do discernimento nos
exige mudanças e as reações que “ todo mundo” pratica não irão mais nos
influenciar simplesmente pela repetição de falsas verdades.
Essa atual percepção representa a descoberta de novos modelos de
gestão de pessoas. Precisamos focar no que importa: novas atitudes e uma
revolução no caráter pessoal. O que certamente irá refletir no caráter das
corporações.
É hora de parar com o imediatismo, fugir das influências negativas que
minam a qualidade de vida e a esperança no futuro.
Pense e aja diferente, porque o mundo o qual você faz parte, espera
pela sua compreensão!
