Estamos a caminho do final de ano e o momento é de atenção. Temos a sensação de o tempo ter passado muito rápido e o final de ano nos pressionando e fazendo a consciência ” gritar”: será que fiz tudo que poderia, ou melhor, será que fiz tudo que deveria?
Pois bem, pontos cruciais trazem a tona o discurso de rotina: "Feliz Natal, um próspero ano cheio de realizações” e por ai vai... A regra do discurso deverá ser: Ufa, Consegui reunir pessoas reais e verdadeiras para fazerem parte do grupo, pessoas engajadas com o resultado em equipe, aquelas que adoram um comprometimento nos projetos.
Na sua maioria, essas são as pessoas que aceitam o desafio de começar uma nova etapa de planejamentos ousados. Esses diferenciados profissionais estão na construção de negócios repaginados, levando esse conceito de colaboração ao extremo.
Em 2014, o fortalecimento está na veia de todos que sonharam com equipes engajadas, são pessoas que nutrem o amor pela marca.
O foco está cada vez mais acirrado cercado por pessoas competentes em habilidades complementares às suas. Conhecer o negócio por inteiro é, portanto um dos requisitos fundamentais de todo planejamento de sucesso.
É a hora dos “Planos de Negócios”, este instrumento que ajuda a empresa a conhecer melhor a si e ao próprio negócio, ou a se dar conta da sua ignorância sobre todos os fundamentos a ele relacionados.
Neste final de ano já se pode pensar a curto prazo sobre as exigências irreversíveis do seu negócio. Esta é uma das maiores angústias do profissional, até aqueles se acham técnicos e com experiências já reconhecidas. A confiança é um exercício que estimula o pensamento reverso, a capacidade de enxergar as mesmas coisas sob outros ângulos, um brainstorming ao contrário, sem o intuito de criar novas ideias, mas de validar aquelas que já existem, questionando-as, criticando-as, colocando-as em situações de conflito, levantando objeções e duvidando de sua viabilidade. Quando o grupo adota esta postura, está na verdade testando a ideia, colocando à prova seus conceitos e fundamentos, legitimando a proposta e identificando pontos importantes que precisam de uma resposta aceitável.
E o detalhe: “nada é garantia de sucesso”, sempre haverá alguma falha em algum ponto do modelo. O mais difícil na condução deste entendimento está em saber diferenciar as críticas construtivas das negativas sem alimentar a sensação de propriedade e paternalismo sobre as inovações.
Precisamos reconhecer que não existem profissionais empreendedores completos, detentores de 100% de todas as características que tanto ouvimos e elevam as pessoas à categoria de ‘super-homens’.
A regra é: Descubra seus próprios defeitos, antes que os outros o façam!
