Outro dia, recebi alguns e-mails tratando sobre a força do diálogo. Acredito que nesse artigo vamos mesclar alguns assuntos que fazem parte de nossa prática, mas que são quase sempre, imperceptíveis em nossa rotina.
Aprendemos
com as experiências no decorrer do tempo que a ordem de ataque aos nossos
problemas deve começar pela compreensão do quanto certas pendências nos roubam energia,
sequestram nossas emoções e nos fazem perder o ritmo. Logo, deixamos passar o
que realmente nos torna produtivos.
Quando
a única alternativa que nos resta é atender nossas urgências, certamente
deixaremos passar grandes oportunidades.
É
normal do ser humano ficar apenas lamentando-se, o que é um enorme desperdício
de energia. Só serve para chafurdar, não nos ajuda construir, pelo contrario, apenas
desfoca. Sendo assim, é bom testar o entendimento sobre as nossas práticas:
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Como está o seu poder pessoal?
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A sua imagem?
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Seus pensamentos, no que mais você pensa?
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Seu comportamento?
Se
você trabalha com o público, é prudente se questionar:
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Como estão os seus contatos e a sua abordagem?
Creio
que tendo estas respostas como premissas, você rapidamente acordará e
compreenderá que a culpa e o arrependimento são as duas maiores assassinas da
nossa sanidade mental. Elas têm o poder de destruir nossa paz interior e nos
transformar em seres inseguros e amedrontados.
