Mais um início de ano. Talvez você esteja se perguntando:
- Por que será que não fiz o que deveria?
- Por que senti poucas vontades de fazer o que deveria ser feito?
- O que acontece comigo, que às vezes tenho um comportamento indefinido?
Dúvidas, medos, ansiedades, essas ações e reações podem ter como resultado uma grande frustração.
Sabemos que para nossa autoestima e para nos mantermos com uma vida ativa é bom lembrarmos que sem vontade não tem frustração.  
A atitude mais simples é de deixar tudo para depois, acreditando que no dia seguinte surgirá outra oportunidade.
Aí, a frustração ganha e desistimos. Ou você vence a frustração buscando um comprometimento responsável, mais realista, criando uma exposição diária, um compromisso, para que não tenha chance de se perder com possíveis distrações.
Superar a frustração é se colocar numa posição que seja quase impossível não assumir o papel necessário, buscar um jeito que a exposição seja um motivo para não deixar de lado o propósito inicial.
Não podemos ter raiva da frustração. Se tenho muita frustração é porque não estou progredindo de acordo com o meu potencial.
A vida de crescimento tem muitos indicadores. A satisfação da jornada é um grande sinal, se exercitamos com amor as responsabilidades diárias.
A habilidade natural nos traz também uma pressão para assumirmos o “talento” nato.
Vale a pena fazer uma coisa de cada vez, essa é uma forma de estarmos ativos e dinâmicos, porque, se você abandonar tudo, a frustração venceu.
Aprenda a dar passos curtos, mas sempre é bom lembrar do principal motivo que te faz avançar.  Podemos fazer tudo, mas não tudo ao mesmo tempo. Pensemos nisso, porque o ano está apenas começando.

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