Oscar Wilde escreveu: “Vivemos em uma época onde sabemos o preço de tudo e o valor de nada”. O preço é o que se paga e valor o que se leva. Preço e valor são conceitos diferentes.
    Essa ideia já nos mostra que os compradores estão mesmo em busca de valor e que o preço seria, em alguma proporção, o enigma do valor monetário, o esforço humano despendido para se obter esse ou aquele valor.
    As coisas possuem valor monetário, obviamente por que são medidas em dinheiro e isto só é possível por que o dinheiro possui a propriedade de ser o representante geral do valor.
    Resta ainda uma questão, por que as coisas têm valor?  A resposta é simples e direta. Elas têm valor por que custa esforço humano produzi-las. Coisas que não requerem esforço humano para produzi-las e colocá-las a nossa disposição não têm valor. O ar que respiramos, a água do mar em que nos banhamos não têm preço por que também não custa esforço humano produzi-los. Por certo, que se for água mineral tem naturalmente um preço, pois custa produz-la.
    Deus nos fez e jogou a forma fora, justamente para sermos únicos para Ele, e termos um propósito único junto a Ele. O Criador jamais criaria algo ruim ou inadequado! Todos nós temos uma exclusiva impressão digital e nossas ondas cerebrais são únicas. 
    Precisamos atuar com agressividade progressiva, desistir das falsas verdades sobre os acontecimentos no mundo. Não se deve fazer menos do que se pode, mas também não se deve fazer mais do que se consegue. Descobrir o nosso próprio ritmo é fundamental, faz com que as oportunidades continuem  surgindo e cria sinergia para que venha a ficar ao nosso lado. 
    Precisamos adequar o nosso limite e mantê–lo nesse estágio, observar atentamente, se estão indo bem ou não.
    Vivemos buscando expectativas, inclusive quando os resultados não são os esperados. É comum, quando tudo parece meio baixo diminuirmos nossa velocidade, nosso empenho e nossa vontade.  É ai que começamos a perder valor.
    Pessoas com temperamentos “dúbios” perdem tempo e as que ficam firmes convictas no seu próprio ritmo, não diminuem a marcha quando as coisas apertam. Elas sabem o que desejam e não se afastam facilmente de seu objetivo. Sempre que diminuímos o ritmo estamos nos desvalorizando, perdendo valor.
    Atuar com agressividade progressiva mantêm-nos na busca de significados existenciais, fornece-nos ferramentas para manter o equilíbrio de nossa vida. 
Todo grande avanço requer grande ruptura. Então se você quiser que as coisas venham a melhorar em sua vida, atue apenas sobre seu comportamento e atitudes, mas se quiser que grandes coisas melhorem em sua vida, atue também sobre o seu modelo mental reavaliando sempre. “A chuva molha mais quem está parado do que quem está correndo”. 
    Cuide do seu modelo, porque é único!

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