Na atual conjuntura competitiva em que o mercado corporativo e os efeitos de muita criatividade e inovação, trazem a ilusão de que movimento já é sinônimo de progresso, é preciso manter-se o mesmo e, atualizado.
As variáveis são simples. Porém a necessidade da autenticidade são enormes e muitas pessoas não sabem produzir o autêntico.
As empresas talvez não estejam culturalmente preparadas para o dinamismo que a originalidade exige. Tem a máxima que se diz “honesto sempre, ingênuo nunca”.
Ser criativo não é ser original. Por definição, originalidade não suporta reservas e a nossa mente natural bloqueia a revelação dos mistérios. Portanto, o carisma é como uma venda que nos cega, é como uma bebida forte que nos embriaga.
O carisma se mostra através do temperamento e é uma parte da personalidade que age na alma humana, é uma simbiose de vontades e emoções, muitas vezes, enganosa. Ela só é percebida e vencida com discernimento e paciência.
O carisma tem muita criatividade e nos faz enxergar os diferentes caminhos. Manipula em busca da solução para que o propósito seja sustentável.
O diferencial está em ser inovador, trazendo vida ao inexistente. Não há possibilidade de se cultivar a autenticidade e, consequentemente a inovação, quando não existe base para que ambas se apoiem.
Mais do que qualquer coisa, não se cria algo novo sozinho. A ligação sejam elas diretas ou indiretas, se fazem necessárias em todos os passos da jornada.
A melhor maneira de INOVAR é não forçar a inspiração; é apenas estar aberto as novidades; sentir-se livre para criar; é conhecer pessoas diferentes; é como cantar no chuveiro e desistir dos hábitos tradicionais.
As coisas boas chegam com o tempo e as melhores de repente, quem sabe, os verdadeiros projetos nascem com menos informalidade?
“Nosso futuro pode estar fora do alcance de nossa visão, mas a INOVAÇÃO não é ilusão e não está fora do nosso futuro”
