O fracasso da reforma
Nossa natureza é perfeita; tudo acontece na hora certa, porém, precisamos cuidar para não atrapalhar os processos naturais da evolução humana. Pois como diz o ditado: “a fila anda”;
Muito cuidado com “time” do movimento: não podemos correr muito para não atropelar ninguém, nem podemos ser lentos para não trancar quem está vindo.
A velocidade do nosso corpo é espetacular, os ciclos não se atropelam... Todos os ciclos simbolizam a necessidade de transformação: o dia e a noite, as estações, as células...
Você já parou para pensar porque acorda todos os dias naturalmente?
O propósito básico do dia é nossa transformação e lembre-se que transformação não é reforma!
De um modo geral temos uma tendência a reformar os velhos hábitos. Você já percebeu que sempre dizemos: “Eu vou melhorar! Eu vou tentar até conseguir! Eu vou me esforçar mais”. Nosso falar mostra que temos uma convicção equivocada com relação ao plano de evolução. Até natureza da evolução profissional não aceita o auto-aperfeiçoamento, precisamos decidir terminar com a velha mania de perder pra nós mesmos.
Chega de enganar ao outros ou a si mesmo! Até porque ou enganamos poucas pessoas por muito tempo ou muitas pessoas por pouco tempo.
Devemos focar na substituição do velho hábito por uma nova identidade. Na física, ciência que estuda as propriedades gerais da matéria e as leis que tendem a modificar o estado ou movimento sem alterar a natureza, explica: não ocupamos mesmo espaço ao mesmo tempo, nada se cria tudo se transforma. Sempre estaremos alimentando, construindo alguma coisa, resta saber no que estamos investindo energia em nossas vidas.
A nossa natureza intima é enganosa por tentar buscar facilidades “aparentes” o
tempo todo. Sabemos também que ser o melhor, o mais rápido, o mais bonito o tempo todo é um disciplinar constante, vigiando nossas emoções para não cair nas armadilhas do faz de conta.
Os processos evolutivos não aparecem pelo esforço, mas pela repetição, da decisão em querer sentir a revelação das ordenanças dirigidas pelas regras do jogo da Vida.
Será que não temos fé para crer que seremos sábios o suficiente para nos perdoar e receber a paz?
A resposta está dentro de cada um de nós. Talvez seja difícil para alguns e, provavelmente, porque possuímos conhecimento ou cultura, mas não possuímos entendimento, porque na maioria das vezes, só porque não vemos. Não existe fé nem luz suficiente em nosso interior para sermos iluminados e conseguirmos sozinhos começar esta transformação. Mas encorajemo-nos! No “eu coletivo” existe uma Sabedoria que possibilita essa transformação.
Quando abandonamos nossos próprios conselhos e nos inclinamos a viver pelos outros e para os outros se cria a esperança de continuar transformando e não reformando.
Porque está escrito: As coisas que o olho não viu e ouvido não ouviu, e não subirão ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. E é por isso que, precisamos cuidar do que pensamos, porque, tudo que imaginamos em nossa alma, assim será.
Então... muito atenção com o que você está pensando.
Nossa natureza é perfeita; tudo acontece na hora certa, porém, precisamos cuidar para não atrapalhar os processos naturais da evolução humana. Pois como diz o ditado: “a fila anda”;
Muito cuidado com “time” do movimento: não podemos correr muito para não atropelar ninguém, nem podemos ser lentos para não trancar quem está vindo.
A velocidade do nosso corpo é espetacular, os ciclos não se atropelam... Todos os ciclos simbolizam a necessidade de transformação: o dia e a noite, as estações, as células...
Você já parou para pensar porque acorda todos os dias naturalmente?
O propósito básico do dia é nossa transformação e lembre-se que transformação não é reforma!
De um modo geral temos uma tendência a reformar os velhos hábitos. Você já percebeu que sempre dizemos: “Eu vou melhorar! Eu vou tentar até conseguir! Eu vou me esforçar mais”. Nosso falar mostra que temos uma convicção equivocada com relação ao plano de evolução. Até natureza da evolução profissional não aceita o auto-aperfeiçoamento, precisamos decidir terminar com a velha mania de perder pra nós mesmos.
Chega de enganar ao outros ou a si mesmo! Até porque ou enganamos poucas pessoas por muito tempo ou muitas pessoas por pouco tempo.
Devemos focar na substituição do velho hábito por uma nova identidade. Na física, ciência que estuda as propriedades gerais da matéria e as leis que tendem a modificar o estado ou movimento sem alterar a natureza, explica: não ocupamos mesmo espaço ao mesmo tempo, nada se cria tudo se transforma. Sempre estaremos alimentando, construindo alguma coisa, resta saber no que estamos investindo energia em nossas vidas.
A nossa natureza intima é enganosa por tentar buscar facilidades “aparentes” o
tempo todo. Sabemos também que ser o melhor, o mais rápido, o mais bonito o tempo todo é um disciplinar constante, vigiando nossas emoções para não cair nas armadilhas do faz de conta.
Os processos evolutivos não aparecem pelo esforço, mas pela repetição, da decisão em querer sentir a revelação das ordenanças dirigidas pelas regras do jogo da Vida.
Será que não temos fé para crer que seremos sábios o suficiente para nos perdoar e receber a paz?
A resposta está dentro de cada um de nós. Talvez seja difícil para alguns e, provavelmente, porque possuímos conhecimento ou cultura, mas não possuímos entendimento, porque na maioria das vezes, só porque não vemos. Não existe fé nem luz suficiente em nosso interior para sermos iluminados e conseguirmos sozinhos começar esta transformação. Mas encorajemo-nos! No “eu coletivo” existe uma Sabedoria que possibilita essa transformação.
Quando abandonamos nossos próprios conselhos e nos inclinamos a viver pelos outros e para os outros se cria a esperança de continuar transformando e não reformando.
Porque está escrito: As coisas que o olho não viu e ouvido não ouviu, e não subirão ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. E é por isso que, precisamos cuidar do que pensamos, porque, tudo que imaginamos em nossa alma, assim será.
Então... muito atenção com o que você está pensando.