Vemos que nesta nova fase conceitual dos negócios, e também de todas as áreas humanas, há uma necessidade de saber qual é o nosso motivo maior de avançar. O que é essencial para sair do sono da alma ou da inércia corporativa? Tendemos a pensar em graças concedidas como sorte para nosso próprio consumo. Mas as concessões que recebemos são oportunidades para edificar o aprendizado. Não são apenas presentes.
Tenho o privilégio de trabalhar com um grupo, ainda pequeno, mas que aceita os desafios da transformação. A recompensa é perceber que estamos à frente no mercado, liderando em nosso segmento. A batalha é constante, insistente e persistente.
Ainda sobre a humanização nos negócios, acrescento o que sempre julguei fundamental: dar o amor sem negligenciar nas responsabilidades, ou exigir responsabilidade sem negligenciar no amor. Este ponto é, quem sabe, o grande desafio de quem trabalha com pessoas. Há os que pensam que o "lado profissional" está fora do amor. Estes não conseguem dar amor porque não podem dar o que não têm. Prosperar é oferecer, e você só pode oferecer aquilo que tem em abundância.
O amor, a generosidade e a prontidão para construir o agora são características da humildade, daqueles que estão à frente e não à margem.
Mas quando iniciar a mudança? A missão das pessoas é hoje. As novidades e os resultados que chegarão a todos que iniciarem hoje são muito superiores se comparadas aos que persistirem nos velhos conceitos. A ordem e as pessoas devem ser nossas prioridades. Como se diz: " é mais importante dar do que receber”, porque Deus ama quem dá com alegria.
Essa é a nossa nova aliança, a nossa nova identidade e o DNA do novo SER HUMANO!