Todo cuidado é pouco!

Vivemos em uma sociedade onde um dos piores  dramas que enfrentamos começam em nossa própria casa - sem esquecer que quando eu falo na casa, falo do lar e do nosso coração, pois nosso corpo é a casa de nossa alma.

No nosso coração estão as ansiedades, brigas, desavenças, choques de opiniões e muitas vezes, o conflito quase agonizante de suportar a convivência.

Diante dos conflitos, o ser humano normalmente, pensa estar com a razão, mas em um lar que está sofrendo dificuldades de convivência, todos estão errados. Não há “mocinho e bandido”, porque todos são bandidos.

Não é nada confortável para o homem reconhecer que isso é verdade, pois nos esforçamos ao máximo para sermos considerados  vítimas das circunstâncias. Entretanto, nunca seremos isentos de nossas responsabilidades porque nos vitimizamos. Se um lar é problemático não existem vítimas, todos que brigam estão querendo dominar e suprir o seu ego, suprir seus próprios caprichos.

É difícil para um orgulhoso aceitar que está errado, pois sempre será mais fácil racionalizar os impasses e encontrar um culpado, desde que não seja ele mesmo.

Revise seus sentimentos, analise seus pensamentos: eles  lhe causam mais frustração e ansiedade? É necessário investir energia nas situações que não  geram esses sentimentos. Nosso desafio de buscar e assumir a responsabilidade nos garante  uma atitude renovada e a certeza de um coração mais  limpo.
O simples ato de admitir sua responsabilidade já nos livra de uma falsa culpa e quase miraculosamente as coisas vão se reorganizando.

Lembre-se dos ditados: “Quando um não quer,  dois não fazem” e “Não há mal que sempre dure ou bem que nunca se acabe”.  Então, só nos resta seguir os grandes ensinamentos e por em prática o que parece impossível,  mas quando decidimos e nos humilhamos confessando, tão logo virá o alivio e o conforto da genuína verdade do amor.

Se a sua “casa” estiver em desordem,  precisa reavaliar e renovar a mente na busca da mudança de suas atitudes. Não espere pelos outros, comece a transformação por você mesmo, reafirmo: num conflito todos estão errados e, no geral, só flui emoções  que geram ainda mais divisão.

Escolha morrer antes da morte e assim, renascer. Seja fraco para ser forte - dê-se o direito de estar errado, sentirá como é libertador se abrir para restauração que gerará uma convivência mais harmoniosa.

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