Nessa época as pessoas, no geral, expressam mais a sua sensibilidade, porque será? Será que é só no Natal que sentimos falta de quem se foi ou, porque neste momento somos despertados do sono da alma, através do acúmulo de apelos ao retorno à sensatez? A lucidez é tudo aquilo que precisamos para restabelecer em nós a energia necessária no que se diz manter-se vivo, bem como, o amor ao próximo fazer ao outro aquilo que gostaria que fizesse a você!
Sobrevivemos parte de nossas vidas fazendo as coisas certas e, algumas de maneira distorcidas. Até se consegue bons resultados, mas o tempo passa e a experiência nos mostra e que é preciso fazer correto e de maneira certa, pois só assim chegamos na transformação com o foco na evolução.
Hoje até nos convencemos que o mercado é uma benção, desde que cumprimos as regras da ordem e da decência!
É Natal? Agora mais do que nunca fica esse espírito de amor, que reativa os detalhes dessa construção. Alguns fundamentos que alicerçam os muros da vida.
A rocha do reconhecimento para pedir perdão a quem nos amargurou, a junção de elementos que restauram nosso avanço no desaprender e que não coopera para a harmonia como um todo.
Exercitamos este sonho com a unidade, como disse um louco: “Um sonho que se sonha só, é só um sonho que se sonha só, mas sonho que se sonha junto é realidade”. Raul Seixas.
Fiquemos de coração leve por cada diferença, por cada persistência e sobre tudo, pelo amor em suportar as maiores e melhores dificuldades que nos faz ainda melhores daquilo que ainda nem imaginamos que podemos ser!
Eu aprendi que as oportunidades nunca são perdidas, alguém vai aproveitar a que você perdeu.
