Na semana passada recebi alguns Feedback sobre algumas postagens minhas nas redes sociais.  Uma das postagens continha a seguinte frase: “A vida é feita de capítulos, um capitulo ruim não quer dizer que é o final da história”.
    Com os comentários e mensagens que recebi, percebi que há um sinal claro de que a maioria absoluta das pessoas está passando por testes de múltiplas resistências, exercitando a paciência, a perseverança e apostando na esperança para mudar de vida.  
   Constatei que a realidade da vida das pessoas não é tão sorridente quanto suas timelines aparentam nas redes sociais.
   Postamos “apenas os momentos”, geralmente os melhores, que de forma alguma representam aquilo que somos nas 24 horas do dia. Na vida real, somos bombardeados de situações das quais gostaríamos de fugir muitas às vezes, mas não conseguimos escapar de tais capítulos indesejados. Essas, dificilmente aparecem em nosso álbum de fotos.
   Em contrapartida, a busca é de um final mais digno que os nossos próprios pensamentos podem alcançar. Na maior parte das vezes, esses pensamentos nos sequestram, nos iludem com pensamentos que estão mais para “falsa esperança” do que para convicção, assim, atrasam a vitória que ansiosamente esperamos.
   Uma das mais frequentes práticas, que dificultam o nosso crescimento é a própria descrença. Não temos maturidade suficiente para discernirmos as oportunidades reais que se apresentam e que nos proporcionam mudar de estágio.
  Nessa linha do tempo “real chamada ‘livro da vida”, a percepção é fundamental para o crescimento. Trata-se de uma atenção total e cuidadosa aos detalhes, um sentimento sóbrio quanto à vivência e a prática diária. 
   Queremos ser menos cruéis com os nossos sentimentos e menos exigentes com as coisas que não dependem da nossa decisão. Por que, então, nos boicotamos fazendo ao contrário?
   Nos últimos anos nunca se falou tanto sobre as emoções doentes, lembranças e dúvidas,  estamos com a nossa memória sobrecarregada de tristezas que impedem o crescimento e o alcance desse final “feliz” que propagandeamos nas redes sociais.
  Não podemos mais “chover no molhado”, conhecer a solução e não agir. Precisamos acabar com as desculpas nobres para nossas atitudes pobres.

   O tempo voa, a ideia é aprendermos ensinando, praticando. Quando falamos, compartilhamos, somos atingidos pelas próprias palavras. Nossos parâmetros de sucesso não podem estar persuadidos pela visão editada do facebook, distorcidos por informações momentâneas. Todos têm problemas, dúvidas, inseguranças, independentemente do que compartilham.

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