Aprendemos com a vida que o marketing pessoal é mais importante que o ”produto” visivelmente exposto. Será que você já percebeu que o corpo expressa emoções muito além, daquilo que você quer dizer?
    A maioria das nossas expressões corporais refletem nossas expressões emocionais e são socialmente condicionadas. Seguimos estereótipos quando queremos “parecer ser o melhor” e “mais inteligente”. Mas a verdade é que ninguém consegue esconder a realidade da sua verdadeira identidade.
      Faça um exercício simples: repare em fotos dos seus amigos e procure descobrir os sentimentos deles através das expressões faciais, do corpo... Veja se estão distraídos, com alegria natural ou forçados.  Logo obterá conclusões, perceberá se estão usando “performances ensaiadas” ou não. Procure descobrir nas pessoas próximas se o que eles dizem está de acordo com que sentem ou são, porque é através do “coração” que emanam as verdades.  A nossa boca até pode mentir, mas nossos olhos jamais deixam escapar a veracidade do sentimento. A linguagem corporal é o perfil da personalidade. Pesquisas mostram que 95% daquilo que fazemos é inconsciente.
          Existem dois tipos de posturas corporais: as poses “poderosas” e as “sem poder”. As posturas que expressam poder tendem a conseguir melhores status, posição de respeito, melhores cargos, fazem nos sentir seguros. São expressões convictas e, no fim, pessoas melhor sucedidas.
        Em contrapartida, há também os falsos ”generais” que, diante de uma situação de aperto, lhes falta estrutura psicológica para resolver o que é importante e a pose se desmancha.
         O mais interessante, é que a linguagem corporal não é algo que nós temos que aprender. É uma extração pura da intimidade de cada pensamento. A maioria das nossas expressões emocionais vem definidas no sistema, da cultura, da vivência arraigada.
      Vamos observar as atitudes básicas. Preste atenção quando você aborda as pessoas:
 Contato visual – você tem 1/3 do tempo para vender a sua mensagem.
Espaço pessoal – para que todos fiquem confortáveis, o espaço deverá ser de 45 cm de distância.
Muito cuidado, na “intimidade” com as pessoas, principalmente no contato físico, cuidado com o toque.
       Expressões de nervosismo – tiques, roer unhas, mexer no cabelo, balançar muito as pernas, mexer com a caneta, esses podem ser um identificador de insegurança.
   Movimentos amplos, brutos – passam a imagem de querer “ganhar no grito”. O falso poder pessoal.
   O sorriso deve ser genuíno – a sinceridade deve ser o seu alimento preferido.
      Mudar nossa linguagem corporal não muda apenas nossos resultados. Muda o que somos.
     Então, em vez de “fingir até conseguir”, a sugestão é: “finja até você se tornar isto”. 

    Você pode começar pelo exercício de limpar o coração e, quem sabe, mais rápido que você imagina poderá ser o verdadeiro profissional que todos precisam.

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