Com a velocidade das mudanças sociais, oriundas da globalização da economia, as empresas foram obrigadas a buscar no mercado novas tecnologias de produção e de informação, a fim de obter melhores resultados em seu ramo de negócio. Juntamente com essa nova tecnologia, veio a crescente taxa de desemprego, já que o ser humano está cada vez mais perdendo seu lugar para os componentes eletrônicos. Dessa forma, com o intuito de continuar competitivo no mercado de trabalho, ou abrir o seu próprio negócio, que está se tornando uma nova condição de vida para os desempregados, o profissional necessita de uma nova característica em sua personalidade: o verdadeiro entendimento sobre uma visão empreendedora.

    A característica empreendedora é vital para o profissional que deseja ter sucesso no mercado de trabalho, já que o mesmo exige pessoas mais criativas, que saibam assumir riscos, que possuam iniciativa própria para a resolução dos conflitos e que sejam mais persistentes quanto aos seus objetivos. Característica essa que deve estar presente na vida do funcionário, do empresário e, principalmente, da pessoa que quer entrar em um novo ramo de negócio. Diante de tais fatos, surge a necessidade de estudar as emoções e de empreender com a partir de um enforque psicossociais, no intuito de identificar as características e o comportamento exigido pelo segmento escolhido.
Sabemos que a maior prisão do ser humano é o medo e o receio de expressar quem realmente é.  Tais sentimentos podem impedir que “a pessoa” tenha o discernimento para entender ou decidir o momento de avançar.

     A dúvida também é terrível, porque além de enfraquecer, produz confusão e as emoções quando estão abaladas somos impedidos de ter paz e esta é a mola propulsora para enxergar a realidade de cada situação.

   Tendo em vista que cada “pessoa” tem o empreendedorismo e tem um grande potencial de contribuir para a sociedade, muitos estudiosos se voltaram a analisar sua personalidade, habilidade, atitudes, bem como as condições que os estimulam a inovar. Percebeu-se que fatores psicológicos e sociológicos, além de competências específicas, são características dos mais comunicativos, mais empreendedores e que os mesmos são influenciados por fatores ambientais, econômicos e sociais que favorecem ou dificultam a ação empreendedora.

    Quando pensamos em empreendedorismo, a primeira coisa que imaginamos é uma pessoa que tem todos os seus objetivos voltados para manter seu negócio. O conceito de “espírito empreendedor” nos diz que não é preciso montar uma empresa para empreender. O que se deve ter são atitudes que lhe façam uma pessoa empreendedora.

    Para ser empreendedor “a pessoa” deve ser persistente, ter atratividade pela competição, lutar para a realização das suas ideias, confiar em si mesmo, aprender com os próprios erros e os erros dos outros, deve ser a nossa experiência.

    Deve ter um planejamento para curto, médio até longo prazo, ser otimista, procurar participar de grupos que compartilham de interesses semelhantes aos seus, arriscar-se por um desafio e, principalmente, deve estar bem informado e aberto para aprender sempre, pois as mudanças acontecem cada vez mais rapidamente e as decisões de ontem não servem para o dia de hoje.

    Compreender que construiremos muro já sabendo que amanhã teremos que derruba-los.

Passos para iniciar o processo de desenvolvimento de uma visão
1- Avaliação de suas próprias áreas de interesse. Dons.
2- Avaliação de seus próprios pontos fortes e fracos. Autoconhecimento.
3- Estimulação da imaginação pela leitura de estudo de casos biográficos. Modelos.
4- Focalizações de uma área de interesse que apresente efeitos sinérgicos com algum dos seus
pontos fortes. Compatibilidade.
5- Desejo de iniciar o processo de desenvolvimento de uma visão. Motivação.


Pense sobre suas condições e na próxima edição falaremos mais sobre este tema.

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