Aprendi com as experiências da minha
vida que o choro pode durar uma noite, mas alegria vem pela manhã.
Enquanto não conhecemos o caminho
estamos sujeitos a tomar rumos que nunca gostaríamos de seguir. Junto disso,
vêm as exposições desnecessárias e a nossa vulnerabilidade à tona. Porém, todas
as situações, até mesmo as mais difíceis, se originam na forma como enxergamos
os fatos, o que muitas vezes, passa muito longe da realidade. Afinal, a faca
serve para matar ou passar manteiga no pão?
Então, porque será que desejamos tanta
felicidade e atraímos tanta maldição? Com a nossa própria mente.
Na semana passada falamos sobre as
doenças da alma e nesta edição, você conhecerá os riscos, as causas e sintomas
que podemos estar cultivando sem saber.
Segundo a psicóloga
Americana Louise L. Hay, todas as doenças que temos são criadas por nós
mesmos. Segundo ela, somos 100% responsáveis por tudo de ruim que acontece no
nosso organismo. Todas as doenças têm origem num estado de não-perdão... Sempre
que estamos doentes, necessitamos descobrir a quem
precisamos perdoar.
Quando estamos empacados num certo
ponto, significa que precisamos perdoar mais. Pesar, tristeza, raiva
e vingança são sentimentos que vieram de um espaço onde não houve perdão.
Perdoar dissolve o ressentimento.
Quem esconde os sentimentos, retarda a
restauração da Alma.
A seguir, você vai conhecer uma relação
de doenças e suas prováveis causas, elaboradas pela psicóloga Louise.
Reflita, vale a pena tentar
evitá-las.
DOENÇAS/CAUSAS:
AMIDALITE: Emoções reprimidas,
criatividade sufocada.
ANOREXIA: Ódio ao externo de si
mesmo.
APENDICITE: Medo da vida. Bloqueio do
fluxo do que é bom.
ARTERIOSCLEROSE: Resistência. Recusa em
ver o bem.
ARTRITE: Crítica conservada por longo
tempo.
ASMA: Sentimento contido, choro
reprimido.
BRONQUITE: Ambiente familiar inflamado.
Gritos, discussões.
CÂNCER: Mágoa profunda, tristezas
mantidas por muito tempo.
COLESTEROL: Medo de aceitar a
alegria.
DERRAME: Resistência. Rejeição à
vida.
DIABETES: Tristeza profunda.
DIARRÉIA: Medo, rejeição, fuga.
DOR DE CABEÇA: Autocrítica, falta de
auto valorização.
DOR NOS JOELHOS: medo de recomeçar,
medo de seguir em frente. Pessoas que procuram se apoiar nos outros.
ENXAQUECA: Raiva reprimida. Pessoa
perfeccionista.
FIBROMAS: Alimentar mágoas causadas
pelo parceiro (a).
FRIGIDEZ: Medo. Negação do
prazer.
GASTRITE: Incerteza profunda. Sensação
de condenação.
HEMORRÓIDAS: Medo de prazos
determinados. Raiva do passado.
HEPATITE: Raiva, ódio. Resistência a
mudanças.
INSÔNIA: Medo, culpa.
LABIRINTITE: Medo de não estar no
controle.
MENINGITE: Tumulto interior. Falta de
apoio.
NÓDULOS: Ressentimento, frustração. Ego
ferido.
PELE (ACNE): Individualidade ameaçada.
Não aceitar a si mesmo.
PNEUMONIA: Desespero. Cansaço da
vida.
PRESSÃO ALTA: Problema emocional
duradouro não resolvido.
PRESSÃO BAIXA: Falta de amor quando
criança. Derrotismo.
PRISÃO DE VENTRE: Preso ao passado.
Medo de não ter dinheiro suficiente.
PULMÕES: Medo de absorver a vida.
QUISTOS: Alimentar mágoa. Falsa
evolução.
RESFRIADOS: Confusão mental, desordem,
mágoas.
REUMATISMO: Sentir-se vitima. Falta de
amor. Amargura.
RINITE ALÉRGICA: Congestão
emocional. Culpa, crença em perseguição.
RINS: medo da crítica, do fracasso,
desapontamento.
SINUSITE: Irritação com pessoa
próxima.
TIRÓIDE: Humilhação.
TUMORES: Alimentar mágoas. Acumular
remorsos.
ÚLCERAS: Medo. Crença de não ser bom o
bastante.
VARIZES: Desencorajamento. Sentir-se
sobrecarregado.
Curioso não? Por isso vamos
tomar cuidado com os nossos sentimentos, principalmente
daqueles que
escondemos de nós mesmos
