O tempo pode ser hoje!


                                                 
   O que realmente é um casamento? Vale pensar que casamento é tudo que fazemos em  sociedade, uma parceria, uma família, etc..
Podemos chamar de um acasalamento,  que é um conjunto de ações reunidas numa só sintonia e por isso, os dois formam um corpo vivo.
Observe a importância dessa sintonia: Quando estamos divididos, um dos membros deste corpo está morto, e normalmente é aquele que não luta pelo amor vivo, orgânico  e, o que não se faz ativo, não tem como avançar para manter essa união.

   O " modelo" construído que pode dar certo todos já sabem. Então, o que se faz para dar certo? Hoje está explicito a luta contra a unidade do amor por tudo aquilo que você e eu sabemos que é vital para mantermos em um corpo duplo, às vezes um faz companhia e o outro da atenção, um toma a iniciativa e ou outro auxilia, porque só a comunhão trás a vida para os dois.

   Cada um precisa dar vida pro outro, por amor a " vida de um casamento". Se negamos no básico, na comunhão e na cumplicidade passamos a ser peso e não mais a alegria de ser um parceiro.

  Vivemos no geral, com uma profunda tristeza e vergonha por exigir que o outro faça o que não consegue. O tempo são as provas que tentamos com as ferramentas erradas,  porque se não fluiu, o amor e nada de vida se acrescenta.

  Nos agredimos mais que nos amamos" Ah...se soubéssemos o quanto o carinho salva, a atenção alimenta e a união fortalece, não estaríamos perdendo uns aos outros todos os dias" Somos egoístas e nos tornamos ilhas dentro das próprias casas.

   Nos resta o perdão por persistir no errado. Quem já não amou além do tempo exigido? Passamos anos construindo uma esperança de um dia após o outro e que a rotina viesse a se tornar uma vida melhor.

  Os pensamentos nos corroem por tantos porquês, as lembranças do egoísmo de querer que o outro fizesse algo que não conseguia ou não gostaria de fazer!

  Hoje pode ser o dia da despedida desse sentimento miúdo de gente comum. Pensamentos que nos acorrentam e escravizam fazendo paralisar no tempo de indecisões. 
  Sabemos que ainda temos muita vida e também não queremos ser " um galho seco" nessa relação.
  As relações muitas vezes terminam com um gosto amargo de fracasso, mas com força para ser menos triste.

  Durante a vida pensamos que amamos mais que a nós mesmos, porque esquecemos de nós e focamos no outro.
    A fraqueza é tanta, mas focamos na máxima que diz: "quando sou fraco, dai é que sou forte". Nos resta pedir perdão, por colaborar com o esse emaranhado de sentimentos duvidosos.
  Não estamos preparados e, muitas vezes, completamente sem estrutura emocional para esperar mais pelo tempo do outro.
   A dura conclusão é que não nos tornamos capazes para fazer a outra pessoa mais feliz e consequentemente, não conseguimos obedecer as leis de Cristo que é amor genuíno puro de fé.
  A distância parece fácil, mas chega momentos que nunca percebemos que o outro poderia se sentir triste por estar longe e até voltamos muitas vezes de corpo, mas a alma fica onde nem entendemos porque gostaria de ficar!

   A ironia é que não estamos de acordo e nem compreendemos as leis do amor, mas  já nos desculpamos na esperança que um dia seremos perdoados por termos posto fora a  chance de ser um exemplo vivo de "casal" com a unidade real.

  O tempo faz mudanças em sentidos opostos, mas também sabemos que tentamos falando muito, por não saber fazer de outro jeito.

   Chegará o dia que poderemos dizer: "me perdoa mais uma vez". E que sempre o outro foi o único amor de sua vida, mas que vai lutar para superar a frustração porque o nosso tempo foi hoje.



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