O que realmente é um casamento?
Vale pensar que casamento é tudo que fazemos em
sociedade, uma parceria, uma família, etc..
Podemos chamar de um
acasalamento, que é um conjunto de ações
reunidas numa só sintonia e por isso, os dois formam um corpo vivo.
Observe a importância dessa
sintonia: Quando estamos divididos, um dos membros deste corpo está morto, e
normalmente é aquele que não luta pelo amor vivo, orgânico e, o que não se faz ativo, não tem como avançar
para manter essa união.
O " modelo" construído
que pode dar certo todos já sabem. Então, o que se faz para dar certo? Hoje
está explicito a luta contra a unidade do amor por tudo aquilo que você e eu
sabemos que é vital para mantermos em um corpo duplo, às vezes um faz companhia
e o outro da atenção, um toma a iniciativa e ou outro auxilia, porque só a
comunhão trás a vida para os dois.
Cada um precisa dar vida pro
outro, por amor a " vida de um casamento". Se negamos no básico, na
comunhão e na cumplicidade passamos a ser peso e não mais a alegria de ser um
parceiro.
Vivemos no geral, com uma
profunda tristeza e vergonha por exigir que o outro faça o que não consegue. O
tempo são as provas que tentamos com as ferramentas erradas, porque se não fluiu, o amor e nada de vida se
acrescenta.
Nos agredimos mais que nos amamos"
Ah...se soubéssemos o quanto o carinho salva, a atenção alimenta e a união
fortalece, não estaríamos perdendo uns aos outros todos os dias" Somos egoístas
e nos tornamos ilhas dentro das próprias casas.
Nos resta o perdão por persistir
no errado. Quem já não amou além do tempo exigido? Passamos anos construindo
uma esperança de um dia após o outro e que a rotina viesse a se tornar uma vida
melhor.
Os pensamentos nos corroem por tantos porquês,
as lembranças do egoísmo de querer que o outro fizesse algo que não conseguia
ou não gostaria de fazer!
Hoje pode ser o dia da despedida
desse sentimento miúdo de gente comum. Pensamentos que nos acorrentam e
escravizam fazendo paralisar no tempo de indecisões.
Sabemos que ainda temos muita
vida e também não queremos ser " um galho seco" nessa relação.
As relações muitas vezes terminam
com um gosto amargo de fracasso, mas com força para ser menos triste.
Durante a vida pensamos que
amamos mais que a nós mesmos, porque esquecemos de nós e focamos no outro.
A fraqueza é tanta, mas focamos
na máxima que diz: "quando sou fraco, dai é que sou forte". Nos resta
pedir perdão, por colaborar com o esse emaranhado de sentimentos duvidosos.
Não estamos preparados e, muitas
vezes, completamente sem estrutura emocional para esperar mais pelo tempo do
outro.
A dura conclusão é que não nos
tornamos capazes para fazer a outra pessoa mais feliz e consequentemente, não conseguimos
obedecer as leis de Cristo que é amor genuíno puro de fé.
A distância parece fácil, mas chega
momentos que nunca percebemos que o outro poderia se sentir triste por estar
longe e até voltamos muitas vezes de corpo, mas a alma fica onde nem entendemos
porque gostaria de ficar!
A ironia é que não estamos de
acordo e nem compreendemos as leis do amor, mas
já nos desculpamos na esperança que um dia seremos perdoados por termos
posto fora a chance de ser um exemplo
vivo de "casal" com a unidade real.
O tempo faz mudanças em sentidos
opostos, mas também sabemos que tentamos falando muito, por não saber fazer de
outro jeito.
Chegará o dia que poderemos
dizer: "me perdoa mais uma vez". E que sempre o outro foi o único
amor de sua vida, mas que vai lutar para superar a frustração porque o nosso
tempo foi hoje.
